Em coletiva, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, reforçou que, em um primeiro momento, o benefício de R$ 600 estará na conta dos mais vulneráveis, para transferências e pagamentos.
“O que não vai poder todo mundo no começo: sacar todo o dinheiro.”
Guimarães explicou que, para o saque, será preciso estabelecer um cronograma.
“Se liberarmos 50 milhões de pessoas para receber num dia só, é um colapso do sistema financeiro.”
O presidente da Caixa acrescentou que o governo está buscando “uma dinâmica que equilibra economia e saúde”.
