23/03/2013 - Meio milhão de famílias do Semiárido brasileiro já receberam
cisternas de placas de concreto pelo Programa Cisternas, do Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Em outra frente de atuação,
pelo Ministério da Integração Nacional, o governo pretende instalar 300
mil cisternas até 2014, mas adotando uma tecnologia diferente, a partir
de um material plástico: o polietileno. O problema é que a falta de padronização tem gerado debate sobre a
melhor forma de garantir o armazenamento de água. Isso porque foram
constatadas diferenças de custo, velocidade e relação com a economia
local na implantação do equipamento. Na Comunidade da Mariana, em Canindé, no sertão central cearense,
várias cisternas de polietileno apresentam deformações. Os moradores
dizem que os equipamentos estão “derretendo” por conta das altas
temperaturas. Outras também estão “afundando”.
Blog do Roberto Moreira

