UrgênciaO peemedebista salientou ainda que vai a Brasília cobrar urgência no julgamento do mérito do caso, uma vez que o veredicto do TRE foi revogado por decisão liminar com efeito suspensivo pelo TSE. "Eu quero é que julgue o mérito, para eu não ficar sendo humilhado, que eu estou pendurado em uma liminar", comentou, lembrando que amanhã, na Capital Federal, solicitará a urgência na votação do mérito pelo Tribunal Superior Eleitoral. Disse que não queria fazer polêmica e que não iria falar de fato que pudesse causar tensão, mas precisava fazer algumas colocações para o povo, pois do contrário, não ficaria bem consigo. "Não vou entrar em nenhum assunto de maneira ácida. Estou com sete mandatos, será possível que não tenho nenhum valor? Esse caso para mim está encerrado, mesmo sangrando, humilhado, pois cada um quer dar uma pancada", disse, lembrando de charges, matérias e colunas publicadas nos últimos dias contra a sua pessoa.
Ressalvas
"As minhas contas no TRE, de campanha, nunca tiveram ressalvas. Eu fui acusado de uma coisa que nunca cometi" O peemedebista falou ainda que chegou ao Parlamento de maneira honesta e que não devia seu mandato nem a empresários ou entidades. "Essa tribuna é o meu foco de vida. Nós vamos passar, mas o Parlamento vai ficar". Segundo ele, o difícil foi abrir os jornais e ver as notícias afirmando que ele havia sido cassado, o que o prejudicou, visto que as pessoas nas ruas achavam que ele havia roubado, comprado votos ou desviado dinheiro. O deputado disse ainda que a prova feita contra ele era ilícita e que nunca na história o Supremo Tribunal Federal (STF) ou o TSE aceitou como base para acusação uma prova ilícita. Alguns deputados, como Lucílvio Girão (PMDB), Roberto Mesquita (PV), Silvana Oliveira (PMDB), José Sarto (PSB) e Idemar Citó (DEM), se solidarizaram com o parlamentar, alguns dos poucos que estiveram no plenário na hora do discurso dele.
DN