O casal apresentava documentos falsificados. A mulher dizia ser
delegada, enquanto o comparsa se identificava como agente. Os dois
chegaram a se dirigir até a delegacia afirmando que estavam ali para
acompanhar os trabalhos da unidade. As suspeitas da Polícia é de que os acusados possam ser integrantes
de algum bando organizado e teria ido à delegacia com a missão de
preparar algum resgate de preso ou se apoderar das armas da Polícia. Mesmo depois de descoberta a farsa, a mulher continuou insistindo que
fora ´nomeada´ para a PF por um suposto delegado que ela identificou
como Claudionor Bergano Vicenza. Em poder dela, a Polícia apreendeu um
notebook, um par de algemas e até um carimbo com o distintivo da Polícia
Federal. Registros: No computador, os verdadeiros policiais de Quixeramobim localizaram
alguns arquivos, entre eles, um termo de posse no cargo de delegada.
Depois que o golpe foi descoberto, os acusados foram autuados em
flagrante por falsidade ideológica e falsificação de documento. (DN)