Se você é da época das boybands, surgidas dos primeiros realty shows
musicais da TV brasileira, mais precisamente do SBT, com o "Popstar",
com absoluta certeza ficou com o refrão "Aserehe ra de re, de hebe tu de
hebere seibiunouba mahabi, an de bugui an de buididipi" martelando na
cabeça por muito tempo. A música, que é um dos maiores sucessos do grupo
Rouge, pode voltar a ser cantada nos palcos do Brasil, isso porque uma
possível volta do grupo feminino começa a ser cogitada, segundo o jornal
"Extra", desta quinta-feira (08).
Nesta semana o termo #voltarouge ficou entre os mais comentados no
twitter, o que gerou um burburinho até entre as integrantes do grupo.
"Alguns amigos me contaram. Aí eu pensei: ´Gente, é isso mesmo? Querem
que a gente volte?´. Eu fico muito feliz com isso, o Rouge foi um
trabalho tão incrível, uma história de verdade de cinco meninas que
tinham o sonho de fazer música e virou realidade, os brasileiros se
identificaram com a gente", afirmou a cantora Karin Hils.
Karin ainda completou com a frase que todo fã do grupo sempre sonhou
ouvir, desde o fim do projeto. "Não vou negar que toda essa comoção dá
uma mexida na gente. Não para começar de novo, mas para terminar de
maneira bonita essa nossa história. Coincidência ou não, essa energia
que está rolando por aí por causa dessa manifestação dos fãs somada ao
aniversário de dez anos no ano que vem fez a gente pensar, sim, em
sentar e trocar uma ideia sobre essa possibilidade".
Rouge, que foi criado em 2002, era formado por Karin, Patrícia (hoje
Lissah Martins), Aline, Fantine e Luciana, que se desligou do projeto em
2004. As quatro garotas restantes continuaram a cantar até 2006, quando
o projeto acabou, sem mais, nem menos. Desde então, os fãs órfãos
esperam por uma turnê de despedida das garotas. "Acabamos porque o contrato, que era de quatro anos com uma produtora
argentina [a RGB] acabou. E não foi uma grande surpresa pra gente, não. A
gente sabe que boys band e girls band têm um tempo de vida útil, é
sempre assim. Esse retorno não depende só da gente. O Rouge não era
nosso, pertencia e pertence ainda a empresas e empresários, a gente não
tem direito sobre o grupo. É uma coisa que tem que ser muito bem
conversada, muito bem acertada", afirmou Karin. (PS/AVSQ).